Sempre foi Arte



Conheça os modelos BMW que viraram obras de arte ao longo da história

 

Nunca na história da construção de um carro a arte esteve desassociada. Desde os primeiros modelos, sob a ode de levar um condutor de um ponto a outro através de um veículo motorizado, o design e a criação estética, sempre fizeram parte do conceito.

Longe de estratégias programadas o BMW Art Car surgiu espontaneamente. Hoje contabilizam, ao longo de quase meio século, 19 unidades transformadas em arte através do olhar de artistas mundialmente famosos.

O primeiro modelo foi o carro de corrida de Hervé Poulain, o BMW 3.0 CSL, que em 1975 foi projetado pelo escultor americano Alexander Calder. Frente ao impacto do colorido do carro, o veículo passou a ser uma referência em inovação nas corridas da época.

Um ano depois, Frank Stella projetou um segundo BMW 3.0 CSL de corrida. A inspiração em preto e branco mostravam linhas como as de um papel milimetrado superdimensionado, conferindo uma contemporaneidade indiscutível no modelo de 750 CV de potência.

Em 1977, o artista Roy Lichtenstein trouxe sua arte pop de puro movimento ao BMW 320 i Turbo que chegou a nona colocação na tradicional prova de Le Mans com os pilotos Hervé Poulain e Marcel Mignot.

Já em 1979, o artista pop mais famoso de todos os tempos, Andy Warhol transformou o BMW M1 elevando o modelo superesportivo  a um dos automóveis mais valiosos da história.

O quinto BMW Art Car surgiu em 1982 foi obra do artista austríaco Ernest Fuchs, um BMW 635 CSi que revelou chamas impressionantes sob o fundo preto no modelo de produção.

Em 1986, Robert Rauschenberg, pioneiro do Pop Art aplicou, no modelo BMW 635 CSi, colagens típicas do estilo Rauschenberg, estampado no coupé: arte, natureza e tecnologia.

Sob a inspiração de sonhos ancestrais, Jogamara Nelson revelou paisagens aborígenes e arte rupestre no modelo BMW M3 em 1989.

No mesmo ano, Ken Done fez uma dobradinha australiana em contraste com o carro de Jagamara, a arte de Done representa a Austrália moderna. O objetivo de Done era usar seu BMW Art Car para ilustrar o lado feliz de sua terra natal.  Assim como a versão de Jagamara, o BMW M3 de Done percorreu os circuitos da Austrália antes de se tornar uma obra de arte puramente decorativa.

Em 1990,  o japonês Matazo Kayama envolveu o BMW 535i em um vestido aerógrafo. Com a ajuda de um processo especial de impressão em folha, ele evocou uma paisagem estilizada formada por um rio no corpo. O próprio Kayama disse sobre sua inspiração: “Eu queria dar a impressão de cristais de neve em meu trabalho”.

Também em 1990, o vanguardista espanhol, César Manrique, escolheu o BMW Série 7 para interpretar a natureza da ilha subtropical espanhola de Lanzarote como modelo. O elemento preto do design representa a rocha de lava das Ilhas Canárias, verde para a floresta tropical, vermelho para a vida. Essencial na pintura as formas fluidas de  Manrique retratando a velocidade do modelo.

Em 1991, o design radical e moderno do modelo BMW  Z1, foi a inspiração do artista alemão, AR Penck que  projetou uma raridade contraditória em si mesmo. Pinturas rupestres e o ícone da modernidade em quatro rodas, recheado de figuras e símbolos abstratos. O artista nunca forneceu qualquer pista para sua descriptografia - algo que certamente também faz parte do apelo exalado por esta obra de arte neste incrível veículo esportivo.

No mesmo ano, a primeira mulher a integrar o BMW Art Car foi Esther Mahlangu, no visual do modelo BMW 525i , a artista sul-africana levou sua cultura no padrão Ndebele, uma tradição que passa de geração em geração - e exclusivamente entre as mulheres.

A imaginação de Sandro Chia foi revelada no protótipo de corrida do BMW M3 GTR em 1992.  Rostos estampados por toda a carroceria remete a atenção e observação. Frase de Chia: “Todos os olhos estão voltados para o automóvel. As pessoas olham atentamente para os carros. Este carro reflete o olhar deles.” 

O trabalho do artista David Hockney de 1995, resultou em um longo processo de design no BMW 850 CSi, não se tratou apenas de aplicar um pouco de tinta, como o artista pop explicou. Em vez disso, ele desmontou o carro através de sua pintura, virando-o completamente do avesso. Desta forma, ele trouxe à tona o que ele acredita estar por trás da pele do carro, a carroceria, ou seja, a tecnologia fascinante do carro.

Em 1999, a artista norte-americana, Jenny Holzer, mais conhecida por suas palavras críticas, por declarações que visam estimular o pensamento, deixou sua mensagem no BMW V12 LMR para a corrida de 24 horas em Le Mans. Ela aplicou frases à pintura branca do carro de corrida usando letras cromadas refletivas e folha fluorescente. Os slogans incluíam “Você é tão complexo que não reage ao perigo”. 

Em 2007, com a quebra de todos os paradigmas, o dinamarquês Ólafur Elíasson, aborda a sustentabilidade no modelo BMW H2R. A princípio você nem identifica que tem um carro ali - o objeto parece um casulo gigante. Eliasson é famoso por lidar com fenômenos naturais e físicos em sua arte. Sob a concha gelada está um protótipo de corrida movido a hidrogênio. 

Jeff Koons resgata, em 2010, as origens do BMW Art Car, o BMW M3 GT2 do artista americano traz o movimento, a velocidade. Os elementos de cores brilhantes parecem voar neste carro. Mesmo quando parado, este carro parece que está prestes a pular; está explodindo de poder. Na linha de partida na corrida de 24 horas de Le Mans fez a ponte de volta para seus antecessores na série BMW Art Car.

Em 2017, a artista multimídia Cao Fei faz uma homenagem ao carbono, material de escolha de tantos carros de corrida, a artista chinesa escolheu a estrutura desse material como cor de fundo para seu projeto. Com a realidade aumentada, o carro de corrida preto se torna o foco de uma tempestade de cores que assola o veículo. Desta forma, Cao funde os mundos real e digital.

O BMW M6 GTLM 2016 de John Baldessari colocou em jogo seus elementos de estilo de forma minimizada, mas em grande escala. E ele o fez de forma eficaz. O nome já diz tudo; e pode ser lido em letras grandes na porta do motorista: “RÁPIDO”. Velocidade - é disso que se trata carros de corrida como o BMW M6 GTLM. Ou, como o próprio artista disse: “O BMW Art Car é definitivamente a obra de arte mais rápida que já criei!”

Como será o 20º BMW Art Car?

Enquanto ele não vem. Onde quer que você esteja no mundo, o aplicativo Acute Art entrega estas obras de arte a você a qualquer hora e em qualquer lugar - na entrada de sua garagem, na sala de estar, no escritório ou no seu café favorito - tudo pela magia da realidade aumentada. Não há limites quando se trata de onde e como você pode mergulhar nessa experiência envolvente de 360 ​​°. (AQUI)


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